novamente vejo sangue
novamente espalhado
pelo chão, na minha mão
no seu olhar, pensar, falar
novamente vejo sangue
sangue novo, inocente, virginal
novamente espalhado
em desejos sordidos
em atos impuros
em malditas mentes...
novamente vejo sangue
novamente da morte
de novo ao lado
do corpo morto
nas mãos de quem atirou
nas mãos de quem usa drogas
nas minhas que não conseguiu
educar, ensinar, mostrar
que a vida é mais simples...
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Um comentário:
alias, bem mais simples do que a gente pensa.
ainda não tinha lido um poema assim seu.
No mínimo diferente, para mim.
Postar um comentário